Amor ao Próximo

Tivemos o pastor Martin Luther King, que liderou parte do movimento negro americano pela luta dos direitos civis e respeito à população negra. Temos o padre Julio Lancellotti, que faz um grande trabalho com moradores de rua em São Paulo, com discurso inclusivo e protetivo à população LGBT. Temos o pastor Henrique Vieira, que tem uma luta progressista no Rio, contra as discriminações e pelos direitos humanos. Temos até o papa Francisco, que apesar de se mostrar conservador e indeciso sobre assuntos de gênero e sexualidade, representa avanços significativos na Igreja Católica.
Mas tem gente que prefere seguir o líder espiritual que manda quebrar imagens, ou o que jura que sua camisa ensanguentada cura doenças, ou cujo mandato é unicamente para perseguir direitos de minorias, ou que posa para fotos com armas em punho de frente para o altar. Enfim, tem gente (muita mesmo) que não quer saber de uma sociedade mais inclusiva e justa. Quer se iludir com uma cura impossível, uma promessa de lote no paraíso, se odiar e exterminar pessoas escolhidas para alvo e/ou que vai comprar um carro graças às bençãos do céu. Amor ao próximo, pra quê, não é mesmo?

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